Bastou pedir : quando executar uma tarefa vira escaramuça

Bastou pedir

e já sabia o que

poderia vir

queda de braço

em retorno.

Olhos para cima,

enviesados,

ombros subindo

e descendo

e uma bufada.

Isso tudo

já sabia, mas

não identificava

como contornar

afinal, precisava.

Aguentar mais

um revirar de

“zoinho” era o

cenário e dele

fazia parte.

Se subisse o

tom da voz

quando pedia

seria o centro dos

olhares repressores.

Se pusesse mais

energia, corria o

risco de paralisar

o outro lado, um drama,

ao que parece, premeditado.

Só uma tarefa

nada de Sísifo

nada de Hércules

nem ao menos

uma maratona.

Carregava já

um desanimo

que contraiu faz

tempo neste

contato muito chato

Como não era

santidade, também

já ia de cara-fechada,

o que só contribuía

para o mal-estar

Responderia como

à Nicodemos

e enfeitando com parábolas,

quem sabe o milagre

teria lugar e também a tarefa?

 

 

 

 

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