Figura em cores de Santo Antão com a inscrição em letras pretas "cuidam os santos de ser santos, e não de o parecerem"

“Não seja tão humilde, você não é tão grande”

 

O tipo que de tudo
se desculpa e
baixa os olhos;
Conhece?
Topou por aí?

Fala quase
inaudível,
atribuindo
aos demais
o sucesso.

Elogios?
Recebe
com esquivas
e encaminha
pra o lado…

Sempre com
carinha de
“não mereço”,
cedendo a vez,
por definição.

Destes há que
se tomar 2 goles
de cautela e
outros tantos
de prevenção.

Se por um instante
pusessem sobre
a mesa o real
propósito deste
comportamento…

 

A frase no título é atribuída
à Golda Meir  numa
conversa com um dos
seus ministros.

Esqueça as mãos

maos robotica

 

Esqueça mãos

habilidosas e preparadas

com longo tempo de

treino e esmero

no trato dos corpos

 

Esqueça o calor das mãos

e suas diferentes formas de pressão

nas regiões doloridas, contundidas,

afetadas pelos sofrimentos mais

diversos

 

Esqueça a eventualidade

de um beliscão, uma manobra

em que sua pele se dobra

por erro de quem lhe aplica

a massagem

 

Esqueça a possível sessão

de terapia catártica quando na

conversa você também desafoga

o coração, a mente e outros

medos, aflições e ansiedades

Esqueça o cheiro do

outro ser humano e também

esqueça o tom de sua voz,

o barulho da sua respiração

ou da sua risada

Com eficiência garantida

você terá toda a sessão devidamente

planejada e executada com um altíssimo

padrão de performance. O passado?

tudo isto pode ser descartado.

Imputando suas dores e patologias

num registro a ser processado de maneira

mais do que inteligente, será o momento

de correlação com uma robusta base

de dados para enfim retornar em manobras

Suas costas, pescoço, parte

posterior de coxas e panturilhas receberão

adequada e precisamente os procedimentos

previstos para sua regeneração ou mesmo

para sua cura, conforme resultados obtidos

Esqueça as mãos

esqueça o toque

esqueça o contato

esqueça o calor

deite-se e esqueça

 

 

https://youtu.be/5t9RDWrIuOQ

 

Noblesse oblige sabe o que é?

Nascido em bom

berço, com chances

especiais de mamar

quando queria e poucos

mosquitos ao redor.

Cresceu em boas cenas,

família inteira, até avós!

Estudou direitinho e

dos dentes tratava sempre

com hora marcada.

Namorou no quadrilátero

do bairro, dentro do zoneamento

previsto no código urbano

das casas e prédios parecidos

e asfalto em todas as ruas.

Decidiu profissão com chances de

pesquisa, conversas, visitas e

até experimentação. Aproveitou

outros conhecimentos que sempre

estiveram disponíveis por ali.

Ao redor, todos falavam bem e sabiam

se expressar, pensar, se vestir e portar

em ambientes limpos, cheirando lavanda,

com água e esgoto tratados adequadamente;

Desde pequenino lavava sempre as mãos.

Tudo isto constituiu uma vantagem

e é sabido pelos que moram nas vilas

tidos mesmo como vilões e que

tentam esconder suas unhas sujas

e ramelas fartas.

Esperado, portanto, seria uma dose

de sacrifícios, de abdicação de privilégios

pelo tanto que receberam na largada

sem esforço? Um ceder a preferência

aos demais, não participantes da sua própria classe?

Um instante de reflexão: teriam visto

em alguma corte, sociedade ou época antiga

ou ainda que próxima, dito comportamento

que respaldasse tal crença?

Teriam visto?

Seria esta obrigação mais uma

das lendas, fábulas, cochichos

transmitidos de boca para ouvidos

que ninguém comprova e fica

mesmo assim na história?


Esperar um pouquinho… O quanto o impulso do consumo faz a riqueza ir embora

Impulsos de consumo costumam ser sedutores

Esperar um pouquinho para consumir pode fazer a diferença e afastar ou aproximar uma condição financeira mais favorável.

É disto que vamos tratar aqui.

Continua lendo que você vai gostar… espero

Tem muito mais envolvido no ato de consumir do que o que passa entre seus olhos/ouvidos, até você abrir a carteira, sem perceber..

Entendeu? Pareceu confuso? Errado? Despropositado?

Ih… então você precisa mesmo continuar a ler isso aqui.

O que será que acontece?

Consumir significa reduzir seus recursos, já pensou nisso?

Fazendo um rápido sobrevoo em toda a cadeia : para consumir é preciso que algo, um bem, tenha sido produzido, confere?

Ao realizar um produto ou serviço, seja lá o que for, também se está reduzindo a quantidade de tudo o que estava disponível.

Sejam insumos, seja energia, recursos financeiros, tempo.

O que está empregado para efetivar algum propósito significa que não será empregado em outro.

É um deslocamento, reduzindo de um lado e empregando do outro.

E a aquisição?

Pode ser descrita como uma especie de um processo que “legitima” o deslocamento que descrevemos.

Lançando mão do conceito contábil… se há uma entrada, há uma saída que lhe corresponda, combinado?

Logo, se muitos adquirem aquela blusa incrível, por um dado preço, significa que todo o processo empregado na realização daquele produto é percebido pela sociedade como coerente.

Se envolveu uma redução significativa de um dado recurso que já estava com estoques reduzidos ou se o preço praticado é predatório, a larga aquisição o “legitima”.

Parece blá-blá-blá mas… não é!

https://goo.gl/images/1BZd8t
https://goo.gl/images/1BZd8t

Se você adquire combustível, por exemplo, por um preço muito inferior ao preço praticado pelos concorrentes, significa que você “concorda” com o processo, que pode envolver adulteração de massa, de instrumentos de medição ou até mesmo um despreparo na gestão, precificando fora de margem.

Ou pode ser uma promoção momentânea que vale a pena…

Será?

Tem mais ainda:

  • Refletindo sobre o consumo
  • Quais são as relações?
    • É caso de urgência?
    • De necessidade?
    • É um desejo?
    • É para aproveitar um oportunidade?

Perguntas para perturbar sua cabeça… mas segue assim mesmo, pode ser?

Para resumir até aqui :

Fizemos um passeio rápido desde a produção, possíveis problemas envolvidos, até a efetiva aquisição.

Ufa, coragem que vem mais em seguida.

Vamos enfrentar em pedacinhos, sem pretensão de consolidar a melhor dentre muitas respostas, dois dos aspectos envolvidos na aquisição.

1) Necessidade ou desejo

A necessidade se impõe, não é?

É necessário se alimentar, estudar, ter lazer, vestir, morar, remédios…

O desejo é mais requintado, mais específico, mais sedutor

O desejo é o motor mais potente para o descontrole. Está intimamente ligado à emoção da gente, se deu conta?

É a mola que abre a carteira com gostinho de merecimento, de recompensa, de regozijo.

Recorde, por instantes, o momento em que você pagou por um chocolate gourmet, carésimo, pensando : “hoje, eu mereço”

Lembrou?


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Desejo e racionalidade não fazem um par perfeito e isso é de longa data.

E há que ligar um alerta contra furacão para ter esta consciência .

2) O momento: agora ou depois?

Existem situações em que a aquisição é urgente.

Um remédio para combater a febre,

um chinelo porque o seu acabou de rebentar…

Situações que se estressadas até poderiam conduzir a aquisições de melhor relação custo-benefício mas… vá lá… servem para exemplificar.

Na outra mão, sua passagem aérea das férias poderá ser adquirida com boa antecedência para gozar dos melhores preços.

O gadget mais incrível, lançado agorinha, realmente precisa ser adquirido quando o preço que não cabe no seu bolso?

Esperar significa abrir espaço para uma analise

Resultado de imagem para esperar

https://goo.gl/images/i4suUL

Lembrando que este espaço de tempo é o elemento fundamental para a identificação entre as necessidades e os desejos; do quanto de emoção tem envolvido e do quanto de “recompensa” estamos dispostos a nos favorecer.

Oportunidade incrível? Será mesmo?

Comprar com base em oportunidade que lhe foi apresentada é terreno pantanoso.

Muito comum recebermos uma serie de mensagens, por todas as vias disponíveis, de diversas propostas para aquisição.

Promoções, descontos relâmpagos, chances que irão encerrar daqui 5 minutos e muito mais.

Uma perguntinha que muitas vezes fica escondida pelo deslumbramento que tudo isso nos proporciona:

Oportunidade para quem?

Lembremos que primordialmente a oportunidade é para quem vende

É a oportunidade da loja fechar a venda e obter todo o retorno esperado.

Pode ser que venha ao encontro da seu momento de aquisição também.

Pode ser… mas … pode não ser ….e muitas, muitas vezes, não é.

Resultado de imagem para a quem interessa

https://goo.gl/images/aTbPYp

Quanto de renúncia envolvido hein?

Pois é… esperar um pouquinho para consumir pode ser, em resumo, uma renúncia.

Renúncia ao estímulo de ter uma “alegria” imediata;

Renúncia à recompensa associadas ao gastar,

Renúncia em ter o reconhecimento dos demais de que se está em determinado grupo social ou financeiro.

Renúncia….

E de renúncias não gostamos, isto é fato!

Conseguindo o feito de renunciar você mantém, por um pouco mais, seus recursos.

Neste meio tempo pode, por exemplo, concluir que legitimar um processo que nem sempre foi inteiramente razoável é o que se deve fazer.

Pode decidir, ainda que pode esperar para acumular todo o recurso e obter condição muito mais vantajosa. Pagamentos à vista trazem descontos, via de regra.

E por aí vai…

Resultado de imagem para renúncia ao consumo

https://goo.gl/images/ZMCZrq

Que fique ao menos uma reflexão para se insinuar por aí, embaixo do cabelo ou da careca.

Gasto agora ou trago a minha riqueza para mais perto?

Imagem relacionada

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Que tal?

Vamos continuar a refletir sobre o tema em outro artigo?

Espero você por lá!