Controvérsia, uma maneira de se sobressair?

Controvérsia, disse-me-disse

balbúrdia e confusão

muitos usam para botar o pescoço

acima da linha dos demais e

aparecer que é o que importa

Opinião mais firme, sem chance

para um contraditório, ou a desqualificação

do argumento contrário, com foco em

quem fala e não no quê fala

e assim se destacar

Criar um desconforto na conversa

uma situação vexatória para o discordar

também é ferramenta útil para que

os holofotes girem para a sua direção

e que todos cochichem, (coisa boa)

Mesmo empresas, em seus

planejamentos ou pela falta deles

nunca se sabe, assumem posturas

com a intenção de “dar-o-que-falar”

e, deste modo, se posicionam diferente

Escândalos são descobertos ou

plantados? Envolvimentos nem sempre

ortodoxos são mais uma manobra ou

de fato acontecem? Fica cada vez

mais borrada a fronteira entre um e outro

A desculpa, o sem-querer, o sem intenção

continua valendo como escudo para

palavras rudes, insinuações maliciosas,

julgamentos preconceituosos e toda

uma série de agressões veladas

As batalhas sem sangue, sem lama,

sem trincheiras, sem farrapos, cedeu

definitivamente seu local para matanças

hight-tech, desempenhadas por drones

assépticos, sem adrenalina ou fedor de morte

E mesmo àqueles que num primeiro

olhar podem ser reconhecidos como

de bom comportamento podem, apenas

ser o espelho do que se gosta, do que

se entende por correto, da bolha nossa

Deste modo permanecem desiguais

as antigas desigualdades, permanecem

sem acesso os que nunca os tiveram,

permanecem longe do processo

civilizatório, seja lá o que isso signifique.

A intenção e o efeito, amantes

eternos, bailam diante de todos os

narizes, ficando a cada passo mais

complexo, mais refinado o minueto

que enfeitiça e adormece o pensamento

 

Qual é a jogada?

 

 

 

 

 

 

Vai cobrar uma dívida?? pisa no freio e dá uma lida antes…você sempre pode precisar

Cobrar uma dívida ; não perca de vista, o outro ponto de vista…

Tudo começa

quando você analisa a sua base de clientes e identifica alguns inadimplentes

Acredito que você analise sua base de clientes com frequência pois senão o faz, desculpe, mas já estou com um dó imenso de você quando resolver fazer.

Back…. então, é neste momento que você observa, pelos números: a previsão de entradas está com desvio, o que se costuma chamar de “boca de jacaré”

 

 

 

 

 

 

 

Depois de se recuperar do pavor de encarar o “bicho”, muito há para fazer…

Vamos percorrer um caminho curto, um cadinho mais seguro do que o dos pântanos onde se alegram aqueles répteis… com todo o respeito às criaturas.

Veja só:

  • 1.   É um comportamento esporádico ou é possível identificar uma tendência

Vale observar meses anteriores, ou intervalos de tempo anteriores ao do desvio .

São desvios que já começaram faz tempo e foram só crescendo?

Ou se trata do início da descida ladeira abaixo?

Identificando a diferença entre os comportamentos, fica mais fácil rascunhar ideias para reverter o quadro.

  • 2.   O montante é significativo ou singelo

Qual é o tamanho do “buraco” no seu caixa, sabe dizer?

Se não sabe, ô dó, vale se apressar para saber.

ô dó

 

 

 

 

 

 

 

 

Lá no seu planejamento, sempre ele, você considerou que tamanho de rombo?

Esqueceu de considerar? Gzuz tenha dó desta ingenuidade…

A quantidade de recursos e esforços para combater o desvio está diretamente relacionada à profundidade da “cratera” que a inadimplência formatou.

  • 3.   Quantos e quais

Da sua base de clientes, quantos estão integrando o grupo dos que “não-pagam-em-dia”?

Que percentual é este?

Um percentual expressivo sinaliza que há muita mudança pela frente, ou vamos deixar como está para ver quanto pior fica?

Eu hein?!

  • 4.   Aconteceu evento imprevisto ou extraordinário

É possível correlacionar à inadimplência ao calendário?

Chuvas medonhas, frio ou calor fora do habitual, greves, aparições, etc…

Ocorreram eventos extraordinários, daqueles que sacodem palmeiras, nestes mesmos tempos em que seu caixa naufragou?

Ou você já pegou um foguete e largou tudo prá lá, na Terra azul?

extraordinário

 

 

 

 

 

 

  • 5.   Contato frequente ou quase nunca

Seu contato com os clientes os ajuda a “lembrar” das datas de pagamento?

E seu contrato ? Estabelece a singela comunicação entre serviço prestado e retorno financeiro ao prestador?

Pense então no meio de pagamento oferecido.  É confortável, os facilita ou é tudo emperrado, com hora certa e deslocamentos custosos?

Todos recebem o gentil boletinho?

Lembrou aos queridos de implementar o DDA – débito direto autorizado destes boletos nos seus bancos?

 

Percorrendo este roteiro, diversos elementos podem ser coletados para compor o seu plano de ação.

 

importante

 

 

 

 

 

 

 

 

Lembrando ponto da maior importãncia:

Sua base de clientes é patrimônio tombado pelo ministério do seu negócio, que tem atribuição definida no estatuto da sobrevivência da sua empresa.

É objetivo, meta e compromisso zelar pelo bom andamento da escola na avenida sem atravessar a harmonia.

Depois não adianta reclamar com os jurados

var

 

 

 

 

 

Nem solicitar a intervenção do árbitro de vídeo.

 

 

 

 

Ofender, injuriar,humilhar…quem pode fazer isso?

ofender

Ofender, por pra baixo,

desconstruir, abrir uma brecha,

uma ruptura, craquelar a imagem

de forma profunda e, via de regra

dolorosa… quem pode?

Tem relação com a expectativa

que se deposita lá dentro, no espelho,

ou que criam e, de um certo modo, que

talvez não seja certo, se alimenta,

tem relação de causa e efeito

É o que se evita, se previne

se teme, do fio de cabelo ao dedo

do pé. O que se pode fazer para

driblar um estrago destes, se faz

com todo o esforço e esmero.

O gozo de quem humilha,

de quem acossa e destrói,

o outro é imaginado como

pleno, inebriante, magnífico,

daqueles que tocam o céu.

E quem é atingido, quem

sofre, o destino da flecha

que partiu do arco de

perfeita mira, se contorce

no presente e no futuro

Com muita chance, muita

mesmo, haverá uma recuperação

via de regra, superficial e instável

que, sob risco da mesma ameaça

irá revisitar todo o sofrimento

Quem está de fora, quem não

pode atingir nem sofrer, não faz

parte, tem ainda maior condição

de entender o que se passa ou

nada pode depreender daquilo?

Seja choro, seja grito, seja

puxar o cabelo ou trancar o queixo

seja como for, quem pode, quem

tem o dom ou a permissão de atingir

um outro com tamanha profundidade?

humilhação

 

Quer um mal entendido? Se esforça para explicar

explicação

Um mal entendido, uma confusão

um disse que não disse, que entendeu

que tinha dito, ou calado, na hora certa

que nunca é a agá, nunca é…

e rolou.

Quanto mais tentava explicar

e esclarecer e argumentar os

diversos pontos de vista e invalidar

os contrários, mais se enredava

e mais…e mais…e mais

Nem o ar dava tempo de tomar

pois era um tiroteio de explicações

que em nada explicam o que sequer

entendeu de fato o que foi, só sabe

que não consegue se safar

Que afinal é o que mais deseja:

explicar e pronto, é só isso o que

falta para o outro lado entender,

pois, afinal, é sempre nisso que

tudo reside: explicar

Tem um lado certo e um outro

errado; quando se sabe em qual

lado está fica bem fácil, explica

devagarzinho, repetidamente,

que acaba dando certo.

Impossível não entender

o que argumentara tão coerente,

tão conclusiva, tão ponderadamente.

Seria incapacidade de lidar com

argumentos mais…complexos?

Ou seria pura teimosia, pura

marra, bater o pé e fincar posição

quando já se sabe que se está

num lado errado, num lado que

não irá vencer de jeito algum.

Vai repetir de novo toda

a argumentação, com todo

o vagar, com toda a paciência,

na esperança que desta vez

vai conseguir resolver.

Ou simplesmente conseguir

arrematar a conversa com

duas ou três citações daquelas

que o outro lado fica sem controle

de mandíbula e olhos sem cor .

Fechar assim o desentendido

que não se resolveu mas que parece

e parecer é sempre o melhor dos consolos

é quase  uma trégua quando se está

bem perto de não mais poder.

 

Competição, por quem vai torcer?

Competição com data marcada,

dia 28 as 9h30 e nada de recuar

Era o teste tão esperado e dava

até um nó comprido do pescoço

até dentro da barriga.

Havia nutrido a máquina com

zilhões de dados e informações

tentando reunir material suficiente,

para que conseguisse superar

os embates previstos

A equipe toda estava tensa,

havia tanto trabalho envolvido…

horas e horas, extras por fora,

lanches e pizzas, muito café,

balas; quilos a mais para todos

E o peso maior não era só

físico, tinha grana alta na

parada, apostas da direção

e uma divulgação que

chegou aos confins do Judas

Nunca se ouviu falar de

uma testagem deste tipo,

o que conferia ainda mais

brilho e terror à contenda.

Ah sim, havia oração e muita

Foi quando se deu conta,

quando caiu a ficha que de

fato estava torcendo pela

máquina neste enfrentamento

o que lhe pareceu engraçado.

Uma graça sem jeito

na contra-mão, enviesada,

de través… desejar pelo fracasso

do oponente, que era seu igual

e pela vitória da machine

Cavucou lá dentro de si

algum palpite infeliz, algum

caldo de ética que lhe apontasse

se estava correto seu desejo

ou se, na boa, era um descalabro

Só encontrou mais dúvidas

e era tudo o que não desejava.

Afinal ainda tinha ajustes.

Simulações por emular no

ambiente fora de produção

Qual espinha de peixe

atravessada, manteve a

dúvida na redoma da obsessão

silenciosa e partiu para

o trabalho, tampando a lente.

Subiu mais uns 200 artigos

papers importantes e renomados

para serem absorvidos em fração

milionésima do log neperiano

com tudo arriado na memória ram

Verificou a segurança, padrões

requisitos e processos, checou demais

condições e a espinha?foi se abaulando,

criando uma curva funda que fazia

com que fosse descendo…descendo…

Chegaria em breve o grande

momento em que toda a equipe

roeria as unhas por muitos instantes

até se atingir o resultado tão

esperado… que era mesmo qual?