Esperar um pouquinho… O quanto o impulso do consumo faz a riqueza ir embora

Impulsos de consumo costumam ser sedutores

Esperar um pouquinho para consumir pode fazer a diferença e afastar ou aproximar uma condição financeira mais favorável.

É disto que vamos tratar aqui.

Continua lendo que você vai gostar… espero

Tem muito mais envolvido no ato de consumir do que o que passa entre seus olhos/ouvidos, até você abrir a carteira, sem perceber..

Entendeu? Pareceu confuso? Errado? Despropositado?

Ih… então você precisa mesmo continuar a ler isso aqui.

O que será que acontece?

Consumir significa reduzir seus recursos, já pensou nisso?

Fazendo um rápido sobrevoo em toda a cadeia : para consumir é preciso que algo, um bem, tenha sido produzido, confere?

Ao realizar um produto ou serviço, seja lá o que for, também se está reduzindo a quantidade de tudo o que estava disponível.

Sejam insumos, seja energia, recursos financeiros, tempo.

O que está empregado para efetivar algum propósito significa que não será empregado em outro.

É um deslocamento, reduzindo de um lado e empregando do outro.

E a aquisição?

Pode ser descrita como uma especie de um processo que “legitima” o deslocamento que descrevemos.

Lançando mão do conceito contábil… se há uma entrada, há uma saída que lhe corresponda, combinado?

Logo, se muitos adquirem aquela blusa incrível, por um dado preço, significa que todo o processo empregado na realização daquele produto é percebido pela sociedade como coerente.

Se envolveu uma redução significativa de um dado recurso que já estava com estoques reduzidos ou se o preço praticado é predatório, a larga aquisição o “legitima”.

Parece blá-blá-blá mas… não é!

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Se você adquire combustível, por exemplo, por um preço muito inferior ao preço praticado pelos concorrentes, significa que você “concorda” com o processo, que pode envolver adulteração de massa, de instrumentos de medição ou até mesmo um despreparo na gestão, precificando fora de margem.

Ou pode ser uma promoção momentânea que vale a pena…

Será?

Tem mais ainda:

  • Refletindo sobre o consumo
  • Quais são as relações?
    • É caso de urgência?
    • De necessidade?
    • É um desejo?
    • É para aproveitar um oportunidade?

Perguntas para perturbar sua cabeça… mas segue assim mesmo, pode ser?

Para resumir até aqui :

Fizemos um passeio rápido desde a produção, possíveis problemas envolvidos, até a efetiva aquisição.

Ufa, coragem que vem mais em seguida.

Vamos enfrentar em pedacinhos, sem pretensão de consolidar a melhor dentre muitas respostas, dois dos aspectos envolvidos na aquisição.

1) Necessidade ou desejo

A necessidade se impõe, não é?

É necessário se alimentar, estudar, ter lazer, vestir, morar, remédios…

O desejo é mais requintado, mais específico, mais sedutor

O desejo é o motor mais potente para o descontrole. Está intimamente ligado à emoção da gente, se deu conta?

É a mola que abre a carteira com gostinho de merecimento, de recompensa, de regozijo.

Recorde, por instantes, o momento em que você pagou por um chocolate gourmet, carésimo, pensando : “hoje, eu mereço”

Lembrou?


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Desejo e racionalidade não fazem um par perfeito e isso é de longa data.

E há que ligar um alerta contra furacão para ter esta consciência .

2) O momento: agora ou depois?

Existem situações em que a aquisição é urgente.

Um remédio para combater a febre,

um chinelo porque o seu acabou de rebentar…

Situações que se estressadas até poderiam conduzir a aquisições de melhor relação custo-benefício mas… vá lá… servem para exemplificar.

Na outra mão, sua passagem aérea das férias poderá ser adquirida com boa antecedência para gozar dos melhores preços.

O gadget mais incrível, lançado agorinha, realmente precisa ser adquirido quando o preço que não cabe no seu bolso?

Esperar significa abrir espaço para uma analise

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Lembrando que este espaço de tempo é o elemento fundamental para a identificação entre as necessidades e os desejos; do quanto de emoção tem envolvido e do quanto de “recompensa” estamos dispostos a nos favorecer.

Oportunidade incrível? Será mesmo?

Comprar com base em oportunidade que lhe foi apresentada é terreno pantanoso.

Muito comum recebermos uma serie de mensagens, por todas as vias disponíveis, de diversas propostas para aquisição.

Promoções, descontos relâmpagos, chances que irão encerrar daqui 5 minutos e muito mais.

Uma perguntinha que muitas vezes fica escondida pelo deslumbramento que tudo isso nos proporciona:

Oportunidade para quem?

Lembremos que primordialmente a oportunidade é para quem vende

É a oportunidade da loja fechar a venda e obter todo o retorno esperado.

Pode ser que venha ao encontro da seu momento de aquisição também.

Pode ser… mas … pode não ser ….e muitas, muitas vezes, não é.

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Quanto de renúncia envolvido hein?

Pois é… esperar um pouquinho para consumir pode ser, em resumo, uma renúncia.

Renúncia ao estímulo de ter uma “alegria” imediata;

Renúncia à recompensa associadas ao gastar,

Renúncia em ter o reconhecimento dos demais de que se está em determinado grupo social ou financeiro.

Renúncia….

E de renúncias não gostamos, isto é fato!

Conseguindo o feito de renunciar você mantém, por um pouco mais, seus recursos.

Neste meio tempo pode, por exemplo, concluir que legitimar um processo que nem sempre foi inteiramente razoável é o que se deve fazer.

Pode decidir, ainda que pode esperar para acumular todo o recurso e obter condição muito mais vantajosa. Pagamentos à vista trazem descontos, via de regra.

E por aí vai…

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Que fique ao menos uma reflexão para se insinuar por aí, embaixo do cabelo ou da careca.

Gasto agora ou trago a minha riqueza para mais perto?

Imagem relacionada

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Que tal?

Vamos continuar a refletir sobre o tema em outro artigo?

Espero você por lá!


Não sabe o que dizer? escuta

Abrindo o ouvido e fechando a boca

Lá na época da sua avó, ou do seu tio, àquele velhinho, era bem comum que fosse ensinado que temos 2 ouvidos e 1 boca para ouvir mais e falar menos. Faz algum sentido para você ou nunca lhe mostraram este conceito? “Whatever” ….dá para acompanhar sem jogar no google.

Combinados fazem parte do pré-jogo

Nos ambientes corporativos e até mesmo para os profissionais que operam em vôo solo, os freela, os MEis, os profissionais liberais, enfim, todos nós podemos refletir alguns pontos importantes antes de sair falando por aí no ambiente virtual.

pelamordedeos….. lá vem regramento…

Se trocar regramento por combinado, fica melhor? Pois que assim seja!

O que se está pretendendo, por aqui, é diminuir um pouco o tanto de piloto-automático que comanda as nossas ações a cada momento.

É fazer uma breve reflexão para que nossa atuação nas redes sociais nos reverta em resultados aderentes à nossa atuação no ambiente real.

Que a forma com que nos comportamos possa  estreitar os laços entre estes dois mundos, esses dois contextos sem que venhamos a nos valer de apagadores potentes ou até mesmo legais para que nos salvemos da posteridade que pode vir a ser bem cruel.

Vamos?

Se estamos iniciando numa empresa conhecer os combinados é de grande utilidade se é que não o fizemos durante o processo seletivo. D.e.v.e.r.í.a.m.o.s

Os códigos de ética, os papers ou livretinhos (ebooks) que norteiam o que pode e o que não pode dizer naquela coletividade e serão de leitura primordial.

#Ficaadica : não se afaste disto.

Pode trazer refeição? Onde fazer? Onde armazenar? Tem dia da semana em que pode trazer o cachorro? E fazer tricot durante o almoço, pode?

Algumas empresas menores também têm ligado o alerta de que é interessante construir uma lista de combinados, entre todos, para o melhor convívio.

Temos ainda o que pode se publicar, o que vamos dizer nas redes sociais. 

Aqui vamos pisar no freio para examinar um pouco mais detidamente.

Conta tudo ou guarda o segredo a 7 chaves?

Aquele lançamento, o novo produto, um sistema de gerenciamento adquirido recentemente que vai começar a ser implantado…

Os participantes do time da empresa podem publicar em suas redes? E selfies da gerente com toda a galera na comemoração pela meta superada?

Pode ou não pode, sabe dizer?

dizer

Caso não saiba, vale perguntar… ou até mesmo sugerir um encontro para debater algum norteamento destas publicações, que tal?

Para alguns ambientes é importante divulgar a cada momento o avanço, o estágio, a etapa do desenvolvimento.

Para outros, a estratégia é só aparecer com tudo pronto e arrumado.

Quem define o que pode e o que não pode?

Boa questão, hein?

Se você não sabe também vale se inteirar o mais breve possível

Se você é Euquipe, antes de sair postando lives, selfies e tweets a todo momento, esboce em algum canto o quê e como você vai vai se posicionar.

De tempos em tempos releia o que você escreveu para conferir se está tudo de acordo.

Se não há sintonia, há ruído

As postagens são de grande utilidade para diversos fins e num outro instante podemos até refletir sobre. 

Neste texto focamos no início do caminho ou seja na criação e adequação do conteúdo que se vai publicar.

Dormiu não né? ufa

Tom, meio, forma, tudo contribui ou prejudica

  • Um ambiente mais formal de negócios pede um tom menos “largado” mesmo nas redes. Pode ter uma pitada de humor, mas sem escracho, né?
  • Alguns negócios podem ser explorados mais intensamente em determinada rede o que não exime da replicação nas demais.
  • Conteúdos mais densos ou mais ligeiros podem ser alternados, conforme o dia da semana, o evento, ou a rede em que será publicado.

Tenho que saber de tudo?

A resposta é sim e a resposta é não.

#boa

Das linhas gerais das publicações, todos na empresa devem conhecer.

Dos detalhes mais técnicos ,talvez, nem todos, se a empresa tiver alguém com este encargo.

figura de quadro verde com palavras de marketing digitial em letras 

Pode ser que você que é “by-yourself” precise aprender mais ou se associar/ contratar alguém com esta expertise.

O que pode não agregar nada ao negócio é àquela live ou podcast publicados com muitos ruídos, risadas, treme-treme da imagem e, de repente, alguém aparecer gritando e xingando.

Ou um texto compriiiiiiiiiido, sem legibilidade,  que não se consegue completar o segundo parágrafo de leitura, sem que o pensamento voe para o furo do cinto, que “andou” para longe da fivela, hoje de manhã…

Combinado antes fica fácil depois

Combinados os termos e demais aspectos das postagens tudo fica mais fácil e mais autêntico.

Dá para exibir muito conteúdo e tudo alinhado com o negócio.

Assim, os resultados pretendidos vão aparecer.

Discorda?

Conta aí então!

Vai cobrar uma dívida?? pisa no freio e dá uma lida antes…você sempre pode precisar

Cobrar uma dívida ; não perca de vista, o outro ponto de vista…

Tudo começa

quando você analisa a sua base de clientes e identifica alguns inadimplentes

Acredito que você analise sua base de clientes com frequência pois senão o faz, desculpe, mas já estou com um dó imenso de você quando resolver fazer.

Back…. então, é neste momento que você observa, pelos números: a previsão de entradas está com desvio, o que se costuma chamar de “boca de jacaré”

 

 

 

 

 

 

 

Depois de se recuperar do pavor de encarar o “bicho”, muito há para fazer…

Vamos percorrer um caminho curto, um cadinho mais seguro do que o dos pântanos onde se alegram aqueles répteis… com todo o respeito às criaturas.

Veja só:

  • 1.   É um comportamento esporádico ou é possível identificar uma tendência

Vale observar meses anteriores, ou intervalos de tempo anteriores ao do desvio .

São desvios que já começaram faz tempo e foram só crescendo?

Ou se trata do início da descida ladeira abaixo?

Identificando a diferença entre os comportamentos, fica mais fácil rascunhar ideias para reverter o quadro.

  • 2.   O montante é significativo ou singelo

Qual é o tamanho do “buraco” no seu caixa, sabe dizer?

Se não sabe, ô dó, vale se apressar para saber.

ô dó

 

 

 

 

 

 

 

 

Lá no seu planejamento, sempre ele, você considerou que tamanho de rombo?

Esqueceu de considerar? Gzuz tenha dó desta ingenuidade…

A quantidade de recursos e esforços para combater o desvio está diretamente relacionada à profundidade da “cratera” que a inadimplência formatou.

  • 3.   Quantos e quais

Da sua base de clientes, quantos estão integrando o grupo dos que “não-pagam-em-dia”?

Que percentual é este?

Um percentual expressivo sinaliza que há muita mudança pela frente, ou vamos deixar como está para ver quanto pior fica?

Eu hein?!

  • 4.   Aconteceu evento imprevisto ou extraordinário

É possível correlacionar à inadimplência ao calendário?

Chuvas medonhas, frio ou calor fora do habitual, greves, aparições, etc…

Ocorreram eventos extraordinários, daqueles que sacodem palmeiras, nestes mesmos tempos em que seu caixa naufragou?

Ou você já pegou um foguete e largou tudo prá lá, na Terra azul?

extraordinário

 

 

 

 

 

 

  • 5.   Contato frequente ou quase nunca

Seu contato com os clientes os ajuda a “lembrar” das datas de pagamento?

E seu contrato ? Estabelece a singela comunicação entre serviço prestado e retorno financeiro ao prestador?

Pense então no meio de pagamento oferecido.  É confortável, os facilita ou é tudo emperrado, com hora certa e deslocamentos custosos?

Todos recebem o gentil boletinho?

Lembrou aos queridos de implementar o DDA – débito direto autorizado destes boletos nos seus bancos?

 

Percorrendo este roteiro, diversos elementos podem ser coletados para compor o seu plano de ação.

 

importante

 

 

 

 

 

 

 

 

Lembrando ponto da maior importãncia:

Sua base de clientes é patrimônio tombado pelo ministério do seu negócio, que tem atribuição definida no estatuto da sobrevivência da sua empresa.

É objetivo, meta e compromisso zelar pelo bom andamento da escola na avenida sem atravessar a harmonia.

Depois não adianta reclamar com os jurados

var

 

 

 

 

 

Nem solicitar a intervenção do árbitro de vídeo.

 

 

 

 

Melhor do que você existem e estão por perto

incapaz

Fez melhor de novo;

entregou mais rápido,

com melhor qualidade,

menor possibilidade

de erros.

Tem sido constante;

e a cada vitória do

outro lado, a dor

deste aqui é

difícil de contar.

Já fica a sensação

de que vai perder

novamente, de que

não entrega, ou ao

menos, não tanto.

Suficiente é uma

adaga que rasga por

dentro. Deseja ser

excelente, isso sim!

Mas.. não é…

O outro brilha!

E tudo faz com

tamanha destreza

que não há como

não se deixar encantar.

Com o encanto a dor

aumenta; o outro sobe

mais um degrau e se

distancia ainda mais

daqui. Dó imenso…

Terá na próxima

semana momento

temível. Vai atuar em

conjunto, no time

do novo job.

Se o abismo não fora

percebido, se não notaram

como a “entidade” se distancia

dos outros, mortais, xiiii!

Doravante vai ficar evidente….

Engraçado como dói

na barriga esse vexame.

Desarranja a digestão,

atrapalha tudo, até a boca

fica mais seca.

Fará melhor, novamente,

tudo o que lhe destinado for.

Isto é garantido, sem matriz

de risco, sem quantificar ou

qualificar. Assim está posto.

Sair de licença? Pedir

transferência, sucumbir

à inferioridade que mora

em sua cabeça?

Pode ser….

Desistir é tão mais fácil…

Dolorido é mas, no entanto,

previne a exposição ao ridículo,

quando todos enfim venham a

confirmar que não é capaz.