Dá para dizer a verdade? Quando os times silenciam

dizer a verdade

Dizer a verdade, a grande encrenca nos times

Muitas vezes, ao receber uma orientação de tarefa, ou mesmo um novo projeto, surge uma visão no meio do time que vai na direção contrária ao que foi proposto.

Alguém enxerga um risco, uma questão que não foi posta na mesa, ou mesmo uma forma mais simples de chegar ao resultado. Só que… todo mundo silencia.

silencia

Os medos são muitos e favorecem o silêncio

Tempos mais do que bicudos, discordar da liderança, da chefia, ou mesmo do sócio pode trazer grande sofrimento.

O discordante pode ser encarado como um obstáculo, como alguém que está jogando contra, como um arauto da desgraça, corpo mole e, por aí vai.

Pode ter sua avaliação de desempenho comprometida e, até, demissão.

corpo mole

O silêncio se instala mesmo entre pares

Contar para o colega a ideia que é contrária àquela que foi proposta também pode trazer encrenca. Tudo pode vir a tomar proporções, sair do papo de dois e ir parar lá no ouvido de quem não se deseja incomodar.

Todos acabam por ouvir as instruções, anotar algo, se for o caso, balançar as cabeças e vida que segue

balançar a cabeça

Conhece ou experienciou situação parecida?

O novo sucede o velho mas as barreiras estão borradas

Mesmo em estruturas mais enxutas, com propósito mais conectado com as novas práticas podem ser encontrados problemas de comunicação.

A urgência instalada acima de tudo faz com que o entendimento do que realmente precisa ser executado seja transmitido por meio de drops, diálogos breves, entremeados por diversas interrupções para contatos com diversas telas.

Se o time não entende, como faz para agir?

Temos atuações em que cada integrante faz uma parte, muitas vezes sem entender o todo e o retrabalho já está no radar.

Maior o custo, o tempo dispendido e a desmotivação… repetir tarefa é para qualquer profissional um rebaixador de satisfação.

Tem saída ou o cenário é feio assim mesmo?

Se a liderança não se dá conta, o processo de melhoria vai se arrastar por tempo indefinido.

Como numa orquestra se o maestro não percebe que há dissonância o trompete pode continuar errando, baixinho, que fica tudo bem.

Pode ser que alguém da clarineta avise que há algo errado; pode sim.

Mas também pode toda a orquestra fazer uma apresentação estridente hoje, na quinta e no domingo. Tudo igual…

Ou pode ser um espetáculo inesquecível

 

 

Planejamento é um ato de ousadia

Planejamento pode trazer muito valor para você

Só de pensar, para muitos, já dá uma canseira!

Planejar significa pensar sobre alguma “entidade” um tanto desconhecida.
E lidar com o desconhecido não faz parte da nossa “programação original”.

Uau, isto foi uma surpresa? Acompanha aqui…

Surpresas podem representar perigos, escassez, doenças, inimigos por perto.
Tudo o que a espécie não se alegra pois compromete suas chances de se preservar.

Só chegamos até aqui porque soubemos balancear o medo e a curiosidade.

O que faz parte do programa original é lidar com o que conhecemos; o que já catalogamos, aplicamos os carimbos e etiquetas. E nos sentimos em segurança, livres do medo e perigo.

Mas… já saímos do assunto… então vamos voltar e rapidinho!

A canseira ou a vontade de não fazer este planejamento pode vir deste “programa-on-board” que trazemos… ou de uma bela preguiça adquirida; tanto faz.

O que vamos tratar no decorrer da sua leitura são as vantagens que poderão vir deste ato de ousadia que é enfrentar esta canseira e … agir!

coragem

 

Começando do começo

1. Para planejar você tem que definir um tópico:
Não torça o nariz nem morda o canto da boca se lhe pareceu óbvio, me dá uma chance que vou explicar.

explicador
a. Definir um tópico significa isolar um assunto de uma quantidade enorme de outros que ficam “pulando” na nossa mente. Para iniciar um planejamento é preciso que se tenha decidido por um tema.
b. O critério de escolha é todo seu. Pode ser por urgência, como por exemplo, uma viagem nos próximos 180 dias… uma festa… adquirir um novo saber… passar a cuidar de um bicho de estimação… Veja o que lhe aperta, o que é preciso ou do que você se enamora e… d.e.c.i.d.a!

decida

2. Decidido o tópico, estabeleça quanto tempo você vai dedicar ao seu planejamento
a. Lembra do que leu no início, algumas linhas acima? Já esqueceu? Ufa.. que bom que ainda lembra…Você estará fazendo uma atividade que para muitos não é nada prazerosa. E se não dá prazer, a permanência é duvidosa…
b. Então, estabeleça prazos curtos, no início do processo, para que possa avançar sem tanto sofrimento… como por exemplo 20 minutos em dias alternados, logo após o cafezinho da tarde. Veja como este tempo se encaixa na sua agenda e “bloqueie” o intervalo para garantir que vai cumprir.

3. Tópico e tempo estabelecidos, com que ferramentas você vai lidar para o planejamento?
a. Um software, um app, um caderno, um papel em branco, vários papeizinhos colados num papelzão, um planner. Qual destas ferramentas você tem mais intimidade, gosta mais de utilizar? Este é um critério interessante de escolha.

4. Tópico, tempo e ferramentas decididos; quais os dados necessários para o seu planejamento?
a. Em função do tópico, você terá necessidade de levantar alguns dados para o seu planejamento. O tema escolhido é totalmente desconhecido ou sabe algo sobre ele? Onde irá buscar o que não sabe? Estas fontes são de fácil acesso ou será necessário algum investimento para a obtenção?

5. Defina a data de início e término do seu planejamento
a. Chegamos ao momento mais agudo.
b. Ao definir a data em que vai começar você já se compromete com a tarefa e àquela canseira que já conhecemos pode dar as caras por aqui.
c. Esteja alerta para as artimanhas que a “preguiça” que tenta se instalar irá promover.
d. Recorra à argumentação interna de que esta sensação é passageira e vá em frente.

 

Seguindo em frente
• Meio sem você perceber, o processo de planejamento já começou com os passos acima.
• Alguns itens podem demandar mais tempo, outros podem ser fáceis de percorrer.
• O decisivo mesmo é avançar e agir.

planejamento

 

Planejamento não é uma premonição, magia ou certeza divina

Se tudo está em constante mudança o seu planejamento não vai ficar de fora,tá?

• Só mais um lembretinho : planejar não é a garantia de que tudo está absolutamente sob controle e que o final será como definido anteriormente.
• Bem distante disto!
• Planejar é buscar conhecer as melhores alternativas para se realizar uma tarefa, sob determinadas condições.
• Pode economizar um tanto de $, de tempo, de energia e conduzir ao inesperado.

Que também pode ser bom!

pode ser bom

Um blog para chamar de seu mas…já pensou que pode ser uma encrenca ?

blog uma encrenca

“Su casa, su blog”

Caso exista algum outro ambiente onde ocorra uma proliferação em escala mais acentuada, pode contar aqui.

Pelas contas, defasadas em mais de 2 anos, a blogosfera era o ambiente mais densamente povoado na net.

Atrás dos blogs apareceram naquelas pesquisas as páginas de noticiário, as lojas virtuais e as páginas de ONGs.

Todos os dias dos 20 mil sites criados mais de 10 mil foram blogs.

Já aumentou sua vontade de entrar se juntar à esta turma, não é?

Você também quer ter um blog para chamar de seu mas...já pensou que pode ser uma encrenca que vai cair no seu colo?
Mas… um pouco de ar fresco, uma água gelada com bolinha e uma certa dose de calma ajudam a tomar a decisão.

“Um sucesso de público ”

É o que vem logo na mente.

Afinal, o SEU blog irá se destacar de maneira absoluta e irá arrebatar um sem número de seguidores.

Afinal você irá demonstrar:

• O tanto que sabe.

• Como é capaz de contar causos que ilustram divinamente o que pretende comentar.

• Citações e quotes inteligentes, indissociáveis do tema, mas sem ligação óbvia.

• Imagens incríveis e nunca dantes utilizadas na rede.

• Apresentações únicas em que as cores, as fontes e o contexto dialogam por partitura como na Suíte No. 4 Mozartiana.

que lindo
seus leitores após lerem seus artigos

Pensando bem….Será mesmo?

Conto com sua bravura e destemor para continuar a leitura

O ambiente em que seu blogZinho fofo, incrível e tudo-o-mais estará inserido é pura selva.

Desculpa a força do argumento… lembra que conto com sua bravura e destemor, confere?

  • Muitos, muitos, muitos escrevem sobre tudo, sobre todos, numa frequência que beira o frenesi e a incontinência cerebral.
  • Muitos, muitos, muitos entendem dos mecanismos que promovem aos lugares privilegiados nos mecanismos de busca para todo e qualquer site (menos o seu)
  • Muitos, muitos, muitos conhecem estratégias para a volição do termo, do vocábulo, da expressão que pimba… é o que no momento grande contingente deseja saber um pouco mais.

Trégua, por favor! 

Seu pedido é atendido e passemos para outros tópicos menos “selvagens”

 

Vamos examinar algumas paradas obrigatórias para sua decisão

1. Qual o objetivo do seu blog?

a. Qualquer um serve, não tem receita:  pois o blog é seu!

Pode ser para você registrar suas ideias, para alavancar sua posição no ranking das feras num determinado assunto, para incrementar as vendas da sua empresa, consultório, fábrica de brigadeiro, “whatever”

Mas precisa ter um..

2. Para quem você produz o que estará publicado no seu blog?

a. Quem vai ler, consumir, adquirir, contratar, enfim quem vai se ligar com o seu blog, sabe a resposta?

Mas precisa ter uma…

3. Como será o acesso ao seu blog?

a. Onde vai “morar” o seu conteúdo e qual a facilidade de acesso que oferece, sabe a resposta?

Mas precisa ter uma…

4. Qual o tempo que você dispõe para produzir para o seu blog?

a. Quantas horas você pretende dedicar à esta empreitada.

Lembre-se que não é só escrever, tem que formatar, revisar, conferir a gramática, a legibilidade, a clareza e … muito mais. Sabe a resposta?

Mas precisa ter uma…

5. Quanto de recursos financeiros dispõe para o seu blog?

a. Custos com hospedagem do blog, com anúncios, “impulsões”, assinaturas de banco de imagens, produção de vídeos, cursos para aprender das técnicas para ranquear bem ou contratar um profissional que conheça do riscado e.. muito mais. Sabe a resposta?

Mas precisa ter uma…

Pensou em desistir?

É este mesmo o caminho.

Reavalie seus objetivos, procure mais informações.

A vida na blogosfera pode ser bastante cruel e repleta de desafios, dos mais difíceis.

Mas sem eles, vale a pena?

Seriado distribuído faz tempo, quer todos perdidos de novo.

lost in space

Para quem se lembra

de uma seriado distribuído

pelos canais de TV aberta

Perdidos no espaço,

hum… faz tempo….

Uma família americana

branquinha, tradicional,

papai, mamãe, filhas e

menino sapeca,

todos na “forma”

Havia também o contraste

de um “mal-caráter” atrapalhado,

para não ficar tão claro que o

mal pode conviver assim, na

sala de visitas das famílias.

Havia também um robô

que em nada remete aos

temores de tempos

mais próximos. Era uma

lata de sardinha enferrujada!

O mote era uma alternativa

para o prosseguimento da vida

dos humanos em terras outras.

Guerras, fome, violência de

toda sorte já estavam no radar.

Diálogos divertidos, leves

sem quaisquer mergulhos em

controvérsias, pincelando, de

leve, questões éticas para marcar

com as fortes cores de USA.

Para os que os tiveram por

companhia, na volta da escola,

no almoço, no lanche da tarde

fica, no entanto, uma edição

fraterna sem maiores reflexões.

Fica a lembrança, sempre

editada, de leves romances

da irmã mais velha e do copiloto,

das travessuras do menorzinho,

das trapalhadas do vilão, coitado!

Destas lembranças se alimenta

a indústria faminta por insumos

para produzir mais produtos.

Para obter consumo em quantidades

que enriqueçam suas fontes.

Novos atores, episódios,

argumentos, locações,

toda a tecnologia agora

disponível convida para

que tornemos a nos “perder”.

 

  • Perdidos no Espaço – original

 

 

  •  Perdidos no espaço -remake

 

Surpresa até do que já se sabe

surpresa

Conhecido o argumento

a narrativa, os desdobramentos;

talvez nem tanto assim, vá lá,

mas de tanto se ouvir, não é novo

e surpresa,  já se sabe que não é.

Todos sabem que é drama,

que haverá sofrimento e

toda uma serie de

desassossego em ambos

personagens principais.

romeu e julieta

Já se sabe da estória

e do seu final.

Já se sabe que não é

feliz e que de fato

é em tristeza que acaba.

Já se sabe que é

de paixão, de conquista

de amor enfim do que

se trata, amor entre

jovens, bem jovens.

julieta e romeu

Mas a magia se instala

e onde a estória quer

mais jovens, octagenários

com domínio e segurança

se mostram delicadamente

Passados 5 minutos de

cena, plateia arrebatada,

esquecida da idade cronológica

e sua algema convencional.

O que atrai é a estória

Talento, técnica, frescor

Oferecidos na certeza de

participar de uma revisão de valores

estabelecidos e mais fáceis de aderir.

É tudo do que se trata.

Uma estória tão batida

banalizada, repetida

fonte de toda a sorte de

ensaios encontra ainda

uma surpresa para brotar.

capa de romeu e julieta

No fundo fica um desejo

de que esta reviravolta

esta descompostura

do previsto e do não

possa ter mais lugar à mesa