Todos podemos ser ridículos

foto colorida com silhuetas conta o entardecer de dançarinas de hua hula

#bemestar #detox

É só limpar a mente
da bobajada que assola
o lado debaixo dos cabelos ali,
naquela região cheia de
“massa” e aproveita o ridículo.

Faz uma faxina, por instantes,
do que impede de
dar uma descansada
da rotina insana que
muitas vezes nos dobra

em muitas rugas, muitas
pregas… que vão escondendo
sorrisos, sonhos, gentileza,
sanidade, disposição…
Fica tudo camuflado por lá.

Como uma intoxicação, que
toma uma espaço enorme
dos dias, se arrastando pelas
noite, e, mesmo,
pelas madrugas.

Um detox das rixas, das
disputas tolas, do excesso
de notícias que a nada conduzem…
dos muitos cafonas que cruzam
nosso caminho. Let it go!

frase com fundo preto e letras cinzas

Levanta a bund@ da cadeira,
sacode o quadril,
eleva os braços pros lados…
faz de conta que tem música
e dá uma dançadinha “hula-hula”

Sim, todos podemos ser ridículos

Vai cobrar uma dívida?? pisa no freio e dá uma lida antes…você sempre pode precisar

Cobrar uma dívida ; não perca de vista, o outro ponto de vista…

Tudo começa

quando você analisa a sua base de clientes e identifica alguns inadimplentes

Acredito que você analise sua base de clientes com frequência pois senão o faz, desculpe, mas já estou com um dó imenso de você quando resolver fazer.

Back…. então, é neste momento que você observa, pelos números: a previsão de entradas está com desvio, o que se costuma chamar de “boca de jacaré”

 

 

 

 

 

 

 

Depois de se recuperar do pavor de encarar o “bicho”, muito há para fazer…

Vamos percorrer um caminho curto, um cadinho mais seguro do que o dos pântanos onde se alegram aqueles répteis… com todo o respeito às criaturas.

Veja só:

  • 1.   É um comportamento esporádico ou é possível identificar uma tendência

Vale observar meses anteriores, ou intervalos de tempo anteriores ao do desvio .

São desvios que já começaram faz tempo e foram só crescendo?

Ou se trata do início da descida ladeira abaixo?

Identificando a diferença entre os comportamentos, fica mais fácil rascunhar ideias para reverter o quadro.

  • 2.   O montante é significativo ou singelo

Qual é o tamanho do “buraco” no seu caixa, sabe dizer?

Se não sabe, ô dó, vale se apressar para saber.

ô dó

 

 

 

 

 

 

 

 

Lá no seu planejamento, sempre ele, você considerou que tamanho de rombo?

Esqueceu de considerar? Gzuz tenha dó desta ingenuidade…

A quantidade de recursos e esforços para combater o desvio está diretamente relacionada à profundidade da “cratera” que a inadimplência formatou.

  • 3.   Quantos e quais

Da sua base de clientes, quantos estão integrando o grupo dos que “não-pagam-em-dia”?

Que percentual é este?

Um percentual expressivo sinaliza que há muita mudança pela frente, ou vamos deixar como está para ver quanto pior fica?

Eu hein?!

  • 4.   Aconteceu evento imprevisto ou extraordinário

É possível correlacionar à inadimplência ao calendário?

Chuvas medonhas, frio ou calor fora do habitual, greves, aparições, etc…

Ocorreram eventos extraordinários, daqueles que sacodem palmeiras, nestes mesmos tempos em que seu caixa naufragou?

Ou você já pegou um foguete e largou tudo prá lá, na Terra azul?

extraordinário

 

 

 

 

 

 

  • 5.   Contato frequente ou quase nunca

Seu contato com os clientes os ajuda a “lembrar” das datas de pagamento?

E seu contrato ? Estabelece a singela comunicação entre serviço prestado e retorno financeiro ao prestador?

Pense então no meio de pagamento oferecido.  É confortável, os facilita ou é tudo emperrado, com hora certa e deslocamentos custosos?

Todos recebem o gentil boletinho?

Lembrou aos queridos de implementar o DDA – débito direto autorizado destes boletos nos seus bancos?

 

Percorrendo este roteiro, diversos elementos podem ser coletados para compor o seu plano de ação.

 

importante

 

 

 

 

 

 

 

 

Lembrando ponto da maior importãncia:

Sua base de clientes é patrimônio tombado pelo ministério do seu negócio, que tem atribuição definida no estatuto da sobrevivência da sua empresa.

É objetivo, meta e compromisso zelar pelo bom andamento da escola na avenida sem atravessar a harmonia.

Depois não adianta reclamar com os jurados

var

 

 

 

 

 

Nem solicitar a intervenção do árbitro de vídeo.

 

 

 

 

O vazio no diálogo cria o espaço para violência

diálogo

Quando já não cabe

a conversa, o entendimento

quando há o esforço vão

de ser compreendido

e de ouvir. Mas é só eco.

Onde foram parar os iguais?

Os nossos, àqueles com os

quais podíamos, deveríamos

ou fora certo que com eles

era possível estar junto?

O olhar só enxerga os outros.

Os desiguais, os de fora

dos muros, os que olhamos

e não nos vemos em seus

traços. Estes são muitos…

E aos diferentes

o melhor é o vestuário

de inimigos. Aos inimigos,

à força, o peso da lei

Sempre se ouviu dizer…

Mas ainda há uma comunidade?

um conjunto daqueles com quem

se tem um quê de pertencimento?

Procura incessante para a via

do diálogo, organicamente, preferencial.

Acabou… foi se rompendo

esta cadeia da semelhança,

do reconhecimento. Foi dando

lugar ao indivíduo, ao singelo, ao

isolado em si.

A quem mais pertence este eu?

a quem interessa o que se passa

em seus mundos paralelos, superpostos

em flandres, poças de lama, mofo e 

lavanda, a quem mais interessa?

Em grandes ondas de wi-fi

surfando no tubo do seu próprio

ser, não vê ao seu redor, nem

mar, nem útero, nem espuma.

Quebra na arrebentação, alone…

Para preencher o espaço

vago da palavra que não chega,

do ouvir que não se dá, do contato

que não vinga, se corta na espada

afiada e também vai mutilando os seus.

Diálogo que não encontra

meio de se fazer entender

cava, cria, procria o buraco

violento do ser que nem

mais se sabe quem é

 

Emoção compromete; vamos dar um jeito nisso!

emoção

Saber que a emoção

compromete. isto se sabia

ou, ao menos, era um

suposição. E para isso

deve haver um jeito.

Sugestões e técnicas

de controle, de comando,

de reação, de consciência,

são cada vez ofertadas

em todo o tipo de custos/meios.

 

Atenção plena

ao que está sendo feito,

cada vez mais raro,

mais difícil de acessar:

mente de macaco.

No momento decisivo,

na hora h, de enfrentar o

desafio, o programa onboard

do corpo já dispara uma

serie de ações internas.

O calibre das veias

aumenta, o digestório

alivia, a pupila dilata,

a temperatura sobe.

Tudo pronto: fight or fly.

 

Mas o velho programa

pode precisar de upgrade;

a resposta pode estar

desconexa, pode haver

delay ou fast-tracking.

 

Por que não?

Faz-se um ajuste

uma reprogramação

e a pupila fica quieta

e nada mais aprende.

Talvez o bote não

tenha que ser armado;

talvez seja o caso de

manter a espinha ereta

e o coração tranquilo

 

Talvez

 

Emoção controlada pelo gadget

 

Quem detém a posse do teu passado? E isto te interessa?

obras historicas - passado

Em que terras está teu passado,

aqui, lá ou mais longe ainda,

saberia informar ou tanto faz,

pois o que passou em nada

interessa mais.

O que vale mesmo,

o que de fato importa

é o daqui para frente;

é o futuro onde estão

os sonhos e desafios.

Ficar remoendo

lembranças, raízes,

ascendentes e hereditariedade

é para os que gostam

de gastar o tempo com veleidades

Concentrar os esforços

a energia, o raciocínio nos

tempos vindouros é mais

adequado, notadamente

quando as horas correm muito.

Que fiquem por lá, por acolá

por onde queiram e que paremos

com discursos vãos quem é o

apropriado detentor de feitos,

obras ou papiros, basta!

Afinal árvores e plantas

é que ficam sua estabilidade

no solo profundo, diferente

dos seres que migram, que

editam memórias.

Ter ou não ter direito de

posse, de acesso, de conhecer

o que passou em outras épocas

pode ter espaço quando a barriga

não ronca e a ignorância não cega.

Com desafios e metas

impostas a todo momento

e esticando sempre o pescoço

para ter sempre mais, há perdão

para pouca sutileza do pensar?

 

Seu passado em que terras está?