Onde estão as nossas ferramentas?

Mesmo sabendo que o nobilíssimo e a maravilhosa são ímpares no universo, uma ajuda não os desacredita.

Uma ajuda de ferramentas para abreviar, para dosar o uso da força,  racionalizar o $, para usar menos e isso já é bárbaro.

Mais incrível ainda é usar melhor e aqui se enfatiza pelo gosto castiço do destaque e da repetição escolástica, salvo engano.

Ato falho intencional, perdoem.

Voltando às chaves e marretas: para o emprego adequado de ferramentas é notório que devam estar em bom estado.

Que os mais afoitos perdoem: preservar é fundamental

Neste quesito se encontram também o acondicionamento e a verificação periódica.

Largou ao abandono, guardou sabe-se lá Jesus onde, não poderá contar com o dispositivo, e, novamente, se enfatiza por motivos já apresentados.

Convém, ainda, reunir ferramental adequado ao tamanho do que se pretende atacar e não prenda a respiração, pois de violência não se trata por aqui: o ataque é a tarefa, ao desafio, ao problema.

Ao particionar o que deve ser “resolvido” é simplificado também o dimensionamento e especificação dos itens que farão parte do cinturão de soluções.

Particionar sem desprender, sem soltar os pontos de contato entre os elementos e o seu “todo”. Caso quebradas as conexões já não se conhecerá muito bem o que se tem pela frente.

E mal maior não há!